- Transparente e aberto: as informações e atividades do movimento são públicas. De fato, a participação de todos é encorajada, pois trata-se de assuntos do interesse de todos;
Segundo Milton Santos, a internet é meio que deu voz aos desfavorecidos, a outra globalização como ele cita. Aqui está minha ferramenta para debater os assuntos que considero inerentes ao nosso cotidiano como: Política,Cultura e a Sociedade de uma maneira geral.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A corrente “V”
- Transparente e aberto: as informações e atividades do movimento são públicas. De fato, a participação de todos é encorajada, pois trata-se de assuntos do interesse de todos;
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Massa falida
Se alcançamos as margens do incerto foram as decretos da incompetência
Falam tanto sem nada de novo e levam o povo a grande falência!
Não aborte os seus ideais
No ventre da covardia
Vá a luta empunhando a verdade
Que a liberdade não é utopia!
Os camuflados e samaritanos nos estão levando a fatalidade,
Ignorando o holocausto da fome, tirando do homem a prioridade.
O operário do lucro expoente e a parte excedente não lhe é revertida,
Se aderirmos os jogos políticos seremos síndicos da Massa falida!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O BBB e seus capítulos mórbidos
O que me assusta ainda mais são os capítulos mórbidos que carrega as páginas da internet, por meio das redes sociais, e inevitavelmente ficamos sabendo do que está acontecendo por dentro desse laboratório de cobaias humanas. Chamo "cobaias" porque para ficar trancafiado em uma casa sobre olhares atentos de pessoas passivas e inertes:
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A publicidade e a beleza mercantil
Conforme Ortiz (2005), inúmeros universos simbólicos ordenam a história dos homens. Podemos, com isso, afirmar que a publicidade é um universo simbólico, "uma memória que é partilhada pelos indivíduos que compõem a coletividade" (ORTIZ, 2005, p.135).
As imagens possuem função epistêmica, função simbólica, que dá acesso a um significado e a uma estética, produzindo assim, sensações e emoções no espectador, que reconhece um signo "veiculado pela escola e pela mídia, sem conhecê-lo propriamente" (ORTIZ, 2006, p. 187).
Hoje o ideal a ser seguido é o do corpo (magro e malhado, barriga "seca", coxas definidas e duras e seios firmes) apresentado e consolidado pela publicidade através das inúmeras ferramentas da mídia. As normas estéticas fizeram da mulher uma "escrava" da beleza, assim os produtos de beleza fornecem a solução para um corpo fragmentado, propiciando elementos para inspirar um tipo de "mulher ornamental" (FREYRE, 1986, p.43).
O século XXI traz a obsessão por ser magra, por ter um corpo musculoso, perfeito, isento de qualquer descuido ou preguiça. A mulher deve ter um corpo plasticamente perfeito, à prova de velhice, um corpo que se torne, cada vez mais, um objeto de design. Assim, submete a mulher a uma ditadura consumista, cujo intuito, por vezes instiga as angústias do tempo ou mesmo ressaltando a mulher de maneira superficial e estereotipada.
A publicidade "dita" a sociedade de consumo, a beleza é mercantil, e o exemplo a ser seguido está nas representações das propagandas bombardeadas por todos os lados, através de produtos de beleza e saúde. Seguir esses padrões pode ser perigoso e até geram constrangimentos, como os inúmeros casos de anorexia ocorridos com modelos, sem contar os casos de preconceito gerados por essa exigência de um corpo esbelto e dentro de um padrão publicitário.
Segundo Lipovestsky a publicidade pode ser uma máquina destruidora das diferenças individuais e étnicas, poder de uniformização e de conformismo, instrumento de sujeição das mulheres às normas da aparência e da sedução, de todos os lados jorram críticas contra a publicidade na superfície leviana, impõe a supremacia dos cânones estéticos ocidentais.